No artigo anterior, percorremos a história, os fundamentos e os mestres da Teurgia. Agora é o momento de dar o primeiro passo concreto. Não o passo final, que pertence a fases avançadas do percurso, mas o passo inicial, que é talvez o mais importante de todos: a purificação.

Sem ela, qualquer operação teúrgica é estéril ou perigosa. Os sacerdotes do antigo Egito, os neoplatônicos e os alquimistas medievais foram unânimes neste ponto. Os Oráculos Caldeus advertiam que ninguém deveria invocar as potências divinas antes de ter sido purificado pelos ritos sagrados.

Os exercícios apresentados neste artigo são práticas simples e seguras, que não oferecem riscos ao operador. Pelo contrário, colaboram para a preparação interior que antecede procedimentos ritualísticos mais elaborados. São o alicerce sobre o qual todo o edifício teúrgico se ergue.

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